O MST Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) acusou, via postagem em seu perfil oficial e certificado no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro como responsável direto pelo assassinato de Marielle Franco, ex vereadora do PSol-RJ, assassinada em março de 2018 na capital do Rio.

De qualquer modo, como é típico da esquerda, o MST não apresentou prova alguma. Ao contrário, disse que “cedo ou tarde” irão “desmascarar tudo o que aconteceu“.

Provavelmente os integrantes do MST não conhecem a Lei de Segurança Nacional:

art. 26: Caluniar ou difamar o presidente da república, reclusão de 1 a 4 anos.

 

 

Queda do número de invasões do MST no governo Bolsonaro

Em maio, o presidente disse, via Twitter, que um número significativo de invasões do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra havia caído significativamente: “De 56 em 2016, caiu para apenas 1 o número de invasões no campo praticados pelo MST em 2019. A postura do atual governo, bem como o corte de recursos para esses parasitas, influenciou na significativa redução desses verdadeiros atos terroristas.“, disse o presidente.